Suplementos para o autismo

Como não existem medicamentos que tratem o autismo na sua essência, realiza-se muita investigação sobre os efeitos dos suplementos alimentares, como multinutrientes, ácidos gordos ómega-3, um complexo de vitamina B, ácido fólico, vitamina D, sulforafano, L-carnitina, N-acetilcisteína e coenzima Q10. Estes nutrientes proporcionam frequentemente melhorias em várias queixas e sintomas.
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Substâncias como L-carnitina, sulforafano e ácido fólico activo são até consideradas ‘medicamentos’ promissores para o autismo, porque conseguem melhorar eficazmente os sintomas nucleares do autismo: comportamento estereotipado, retraimento social e dificuldades de comunicação.

Não existe um plano de tratamento padrão com directrizes exactas sobre o que se deve tomar e em que quantidade. Cada pessoa é diferente e tem necessidades distintas de determinados nutrientes, dependendo das funções corporais que estão desreguladas e em que grau. O que pode trazer resultados fantásticos numa pessoa poderá funcionar muito menos bem, ou de todo, noutra.

Os suplementos alimentares também raramente têm um efeito espectacular a curto prazo, a não ser que haja uma deficiência muito específica que possa ser rapidamente corrigida com doses suficientemente elevadas de um nutriente. Normalmente, demora muito mais tempo até que os suplementos comecem a surtir efeito, especialmente quando comparados com medicamentos, que muitas vezes têm efeito imediato ou relativamente rápido. Demora algum tempo até que todas as funções corporais perturbadas estejam (totalmente) restabelecidas. Se optares por terapia nutricional e suplementos, é importante ter isto em consideração, para não ficares desiludido nem desistires cedo demais.

No autismo, geralmente mais do que um sistema corporal está afectado e existem múltiplas carências nutricionais. Por isso, é aconselhável optar por uma abordagem abrangente, ou seja, a combinação de todas as vitaminas e minerais importantes e outros nutrientes cujo efeito no autismo já foi comprovado.

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